Faça da cidade uma aldeia!


Por incrível que pareça, na realidade dos dias de hoje a cidade já tem hábitos, costumes entranhados que dantes diziam ser característicos das aldeias. Talvez, por causa da afluência de pessoas que vem das aldeias para a cidade. No entanto com base nos comportamentos que observo, baralho-me um pouco. Isto porque em determinadas situações, pessoas oriundas de cidades parecem ser mais ousadas em fazerem criticas e juízos errados. Noutras situações parece haver uma tendência de algumas pessoas oriundas das aldeias em tentarem-se sobrepor a outras, que eram um espelho refletor de mais capacidades em aprendizagem e resultados em determinadas atividades.
Numa espécie de mixe de origens!
Falam, emitem opiniões sem conhecimento de causa, num procedimento irresponsável que está a resultar no minimizar do contato social entre as pessoas. Cada vez mais as pessoas tendem a permanecer em casa, assim como era comum nas aldeias. O individualismo começa a notar-se!
Caricatamente se soubessem pensar, por vezes não alinhavam em determinados esquemas. Muito menos aceitavam convites com a finalidade de opinar mal sobre uma pessoa, que em tempos conheceram e que era uma jovem exemplar.
De cara escondida, burramente vão ver o que pode ser meramente enganoso!
Os erros são sucessivos (...) aquelas que um dia foram aberração, hoje os ignorantes vão buscá-las nem que seja - passo a expressão [ao cu do mundo] para as promover na destruição de quem é capacitado e conseguiu ser melhor em resultados [mesmo no seu trabalho/emprego] Desde já isso reflete o mau trabalho que a [bófia] faz, destrói o bom porque estupidamente lhe parece que não pode ter capacidades para fazer um excelente trabalho e põe pessoas na baila que nunca ou alguma vez tiveram resultados na aprendizagem equiparáveis a quem estão a destruir. Isto significa que quem diz estar a trabalhar e ser o seu trabalho [bófia] não tem formação, capacidade de avaliação, não sabe desenvolver o trabalho nesse âmbito. Trabalham as realidades ao contrário, distorcem tudo e tentam dar destaque ao menos belo ou bom a todos os níveis. Partem de um principio errado [os capacitados necessariamente são aqueles nascem nas cidades/meios urbanos] ou aldeãos/aldeões que constituem uma família. Na eventualidade de não casar/constituir família acham-se no direito de não respeitarem a sua liberdade de independência. Começam numa atitude abusiva de quererem levar aos seu familiares/amigos [tudo que possa fazer, a sua vida, aquilo que é normal fazer] isso nunca se deve fazer a respeito da vida de ninguém [o direto à privacidade existe, porque faz falta] Completamente errado! Transformam-se nuns coscuvilheiros irresponsáveis, constantemente a tentar obstruir o bom funcionamento da vida da pessoa. 
Erro grosseiro! Colocam pessoas a opinar sobre outras que não tem conhecimento ou capacidade de avaliação, irresponsavelmente dizem ter qualidades e mérito.
O problema, é que esse tipo de pessoas que desenvolvem trabalho dessa natureza muitas das vezes são oriundos de aldeias e trabalham a titulo de favores. Para além disso não suportam que outras pessoas, que um dia conheceram numa idade muito bonita e sabia muito bem ou melhor que muitos deles [seja admirada, falada/elogiada pelas suas qualidades] São estes comportamentos mais típicos que estão na origem dos mal dizeres, da coscuvilhice, da ganância desmedida, do individualismo centrado em querer ter mais e ser mais que os outros. Transformam a cidade em aldeia! Trabalho - casa / casa - trabalho, ora aquele ou aquela com quem se relaciona - é pá uma amizade assim é o caminho para ficarmos mal, vai-lhe contar tudo que sabe a nosso respeito [temos que inventar não importa - seja o que for] Outros que estão a um passo de serem promovidos - não podemos deixar que isso aconteça [temos de inventar não importa o quê] Assim se vivem as mentiras [do leva e trás] numa viciante atitude de quem já não sabe viver de outra forma, se não numa atitude de competição desleal baseada em mentiras.
Passar mais tempo em casa na cidade, tipo como nas aldeias que se ficava uma série de dias em casa e só ocasionalmente se deslocavam ou iam passear. Num convívio restrito de pessoas - vizinhança.
O contato com outros ocorria por período curto de tempo - férias de verão - nas deslocações para adquirir produtos ou bens.
Isto já acontece com frequência no leito das cidades.
As transformações acontecem sem que se dê por isso - muitos por falta de tempo [passam a vida nas deslocações para o trabalho e no regresso a casa depois do trabalho] e outros por falta de saberem pensar.
Assim se transforma a cidade em aldeia.

In sapatilhasemcasa abs 17/12/2021

Comentários

Mensagens populares